sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Capuccino

Julian abriu os olhos e verificou se estava sozinho na cama. Suas mãos alcançaram a pele nua e quente das costas de Fabíola
"Então não era um sonho" cochichou para sí mesmo.
Ela se mexeu e ele temia tê-la acordado com seu murmúrio. Sentiu que a respiração dela não havia se alterado, continuava dormindo.
Começou a forçar a memória a lembrar de algo que proibisse o momento da noite anterior, e não conseguiu recordar-se de nenhum impedimento.
Aquilo era seu mundo: ele, Fabíola, a cama, o calor...
Ambos alimentados por um amor que há pouco fora fortificado com o prazer em sua primeira noite com a amada.

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