terça-feira, 15 de março de 2011

Eu não fiz esse sozinha, vide obs.

Entrei num novo patamar, uma fase terrivelmente nova, assustadoramente difícil, mas atraente como dormir sob a sombra de uma árvore em um dia de sol.
Resolvi deixar o orgulho de lado, me render, perder, esquecer os pensamentos desanimados, aqueles bem perturbados e até aqueles que me apagavam.
Deixei-me levar, voar, cair, mergulhar...
Sumir em teus braços e me envenenar com teus beijos.
Um fracasso saudável, sem males por um fim, sem guerras, sem lutas.
Fracasso tal, que sequer sei definir.
Idéias perdidas, sorrisos verdadeiros, partes de um novo destino.
Tudo aquilo que a mim foi cobrado,
A saudade, a falta, a ausência,
O medo.
Um brinde a paixão, e dois a raiva.


Obs.: Um obrigada ao segundo autor e dono desse texto, meu companheiro das padarias do Centro de Florianópolis, meu amigo e, bem, meu namorado, Nelito. (@nelitotuntunts)

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